Mostrando postagens com marcador desabafo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desabafo. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
eu poderia pedir para que vc me dissesse com toda convicção de que não se interessa mais por mim- e isso não seria irreal. nenhum interesse em comum: música, comida, saliva, sobremesa. eu poderia pedir que o último sussurro fosse dado, mas um sussurro mais alto, menos gentil, mais estarrecedor do que todo sofrimento. uma mera vida cotidiana se formou depois do colapso e as coisas fluíram para bem longe, para as profundezas de algum lugar, de algum lugar de lugar nenhum. "tão confuso", vc me diz. "tão real", eu respondo. nada passou, nada floresceu, nada apodreceu, nada foi embora. o jardim que você plantou simplesmente cresceu um pouco depois que você foi sem rega-lo. surpreendente como a minha alma se abalou, como as noites tornaram-se mero tempo se esgotando e como toda uma história se apodreceu por cima de uma outra... estória. explanação circular, né? talvez.
Marcadores:
desabafo,
expressando,
sem revisão,
sem título
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
O simples fato é que queremos acreditar que aquela pessoa que você sempre amou não existe mais. Aquele amor de mãe, de irmã... então, aquele amor bem profundo - no fundo da alma, o amor de quando escolhemos alguém na multidão para amar. é. e quando ele simplesmente vai se acabando, 'evanescence', sumindo, virando um mero nada. Um sopro no infinito e pronto, acabou ! Levar bordoadas na cabeça, dói. mas ouvir grosserias de quem você poderia fazer mil coisas por, dói bem mais. não existe disposição mais algumas para ele, nenhuma lembrança tão forte que me faça levantar e gritar um 'te amo' , a não ser que isso seja para mim. individualismo? não,não. estou apenas me protegendo contra coisas vindas de um alguém que já foi muito para mim e que hoje não tem noção de como transformou tudo em bosta. sem luz, sem 'smell', sem rosas... qualquer tipo de vida foi tirada ou ofuscada, por aquele que durante tanto tempo plantou coisas tão boas dentro da alma. 'as pessoas mudam'. sempre achei que fosse frase idiota, mas bem verdade. na maioria das vezes se transformam em pessoas miseráveis que não medem o que falam - se é que sabem o que falam. cansei. e não tenho a pretenção de novamente chorar que nem uma imbécil por alguém que diz que ser melhor amigo é ligar e saber da vida do outro. que ser melhor amigo é dizer a verdade. não,meu caro fantasma. ser amigo é o que você era para mim. era o protetor que você era, a pessoa que me ligava não só para contar dos problemas para rir junto comigo, não é aquele que fala em um tom de voz que jamais falava comigo. amizade, querido, vai além de todas as razões, ciumes e circunstâncias. por um momento eu pensei, realmente, que você sabia o significado disso, apara você mesmo. e se sabia, se esqueceu como aplicar. desejo toda sorte do mundo, toda fé. que você saiba viver sem mim, e pelo visto parece que sim. que arranje alguém que te ame para toda a vida, que seja muito bom naquilo que vá trabalhar, que tenha muitos amigos e que saiba valorizar uma amizade verdadeira. que não se dissolva em um período qualquer, que não seja tão maleável. espero que um dia volte a ser quem você era, não com aquele ar infantil-idiota, mas que volte a ser um homem com um sorriso infantil e uma mão acolhedora, que seja para alquém, um dia, importante como foi para mim. obrigada pelo apoio, pelas vezes que me ajudou e pelas vezes, que hoje em dia, tenta ser quem um dia você já foi.
sábado, 7 de novembro de 2009
acabará
está tudo muito confuso, muito sem foco. está tudo na saudade, no medo na misericórdia. só pulsos acorrentados,medos estraçalhados. cadê você, aonde estou eu? cansaço continuo de uma mente brilhante, cansaço continuo de um tempo que já já se acabará.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
OPOSTOS
e como você se sentiria se duas mãos te puxassem para lados extremamente opostos? qual seria a sensação de percorrer toda uma vida nas suposições baratas e irremediáveis? para você o que seria os opostos ? um sopro qualquer estrondado no nada, uma agulha que fura e afaga ao mesmo tempo, um lado vermelho e outro branco, a calma e a luxúria... o que seria então tanta designação? pense,mas não pare, não paquere a sua intimidade mais sombria, muito menos a venda barato. crueldade já temos demais,meu irmão. suas dúvidas te fazem pensador, e suas escolhas erradas te fazem humano. 'take care!' o caminho é árduo, sólido e aglutinado. suporte até o ponto máximo da função, e quando soltar a questão... tire férias - mas sempre atento. seja como for,seja. seja você, o errado, o duvidoso,o que apenas vive... porque o errado nem sempre é o sujo.
Marcadores:
desabafo,
expressando,
reflexão
sábado, 1 de agosto de 2009
nem bem sei.
nem bem sei como estou e como me suporto em mim mesma. sou uma antítese louca, complexa e circular. sou cor de neon ou, as vezes, bege. sou a criatura menos recente de intelecto que você pode conhecer.
bem, meus dias foram bem ferozes comigo,foram densos e mortíferos. admito, tive medo. medo de simplesmente enlouquecer. mês de agosto causa isso,ainda mais no ínicio. a transição de um mês corrido para um mês abençoado pela morte e todas as suas vertentes.
em um sofá negro coloco minha gorda bunda todos os dias para me deliciar com nem sei mais o que na televisão, ontem foi 'a fantástica fábrica de chocolate' e amanha talvez apenas seja um filme de terror feito em 1980. tão estranho é crescer, reconhecer que a criança que estava em você quase nunca se manifesta mais. quer dizer, é uma luta árdua de compreenssão entre esses dois seres, você e uma criança de quatro anos tentando enxergar a verdade de uma maneira absolutamente menos precária.
tanta raiva me cerca em certos tempos, e depois um misto da mesma com um enorme sentimento que nem se quer sei escrever,deduzir, explanar; se instala nesse corpo tão menos afetivo e simpático que é o meu. eu sou apenas um conflito interno com reflexões externas tentando entender o que jamais realmente saberei.
bem, meus dias foram bem ferozes comigo,foram densos e mortíferos. admito, tive medo. medo de simplesmente enlouquecer. mês de agosto causa isso,ainda mais no ínicio. a transição de um mês corrido para um mês abençoado pela morte e todas as suas vertentes.
em um sofá negro coloco minha gorda bunda todos os dias para me deliciar com nem sei mais o que na televisão, ontem foi 'a fantástica fábrica de chocolate' e amanha talvez apenas seja um filme de terror feito em 1980. tão estranho é crescer, reconhecer que a criança que estava em você quase nunca se manifesta mais. quer dizer, é uma luta árdua de compreenssão entre esses dois seres, você e uma criança de quatro anos tentando enxergar a verdade de uma maneira absolutamente menos precária.
tanta raiva me cerca em certos tempos, e depois um misto da mesma com um enorme sentimento que nem se quer sei escrever,deduzir, explanar; se instala nesse corpo tão menos afetivo e simpático que é o meu. eu sou apenas um conflito interno com reflexões externas tentando entender o que jamais realmente saberei.
terça-feira, 28 de julho de 2009
desabafo (?) - desabando.
-
é toda uma vida inútil cercada de nadas aparentando ter tudo - ou na verdade ser tudo. a gente pisa em cada lama,meu amigo! e as vezes nem sei quando limpar meus pés dessa sujeira tão densa. virei assexuada, confesso. o que antes era viatalidade ou bossalidade virou água. límpida,cristalina,que quase ninguém vê - ou melhor vento. uma fúria excessiva grita nos meus ouvidos, sonoridade plástica,meu caro. tenho mãos fortes que não suportam o mundo, não suporta as minhas costas...esse insano mundo. quem sabe nem é o mundo em si, devem ser as pessoas. ouvidos plagiados,pernas adulteradas,coração i-n-e-x-i-s-t-e-n-t-e. e como eu diria, essa confiança tão viva um dia morre,não é mesmo? o que mais idiota é do que acreditar em nós mesmo,querendo acreditar que acredita e depois cair? nada. na verdade é tudo tão podre aqui dentro. o coração em mil pedaços e as mãos calejadas desse sofrimento - vital sofrimento. eu ergui a minha mão e cortaram os meus pulsos, eu erqui o meu coração e o arrancaram. eu sou um robô. [não revisado].
é toda uma vida inútil cercada de nadas aparentando ter tudo - ou na verdade ser tudo. a gente pisa em cada lama,meu amigo! e as vezes nem sei quando limpar meus pés dessa sujeira tão densa. virei assexuada, confesso. o que antes era viatalidade ou bossalidade virou água. límpida,cristalina,que quase ninguém vê - ou melhor vento. uma fúria excessiva grita nos meus ouvidos, sonoridade plástica,meu caro. tenho mãos fortes que não suportam o mundo, não suporta as minhas costas...esse insano mundo. quem sabe nem é o mundo em si, devem ser as pessoas. ouvidos plagiados,pernas adulteradas,coração i-n-e-x-i-s-t-e-n-t-e. e como eu diria, essa confiança tão viva um dia morre,não é mesmo? o que mais idiota é do que acreditar em nós mesmo,querendo acreditar que acredita e depois cair? nada. na verdade é tudo tão podre aqui dentro. o coração em mil pedaços e as mãos calejadas desse sofrimento - vital sofrimento. eu ergui a minha mão e cortaram os meus pulsos, eu erqui o meu coração e o arrancaram. eu sou um robô. [não revisado].
Assinar:
Postagens (Atom)